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03 outubro 2009

COMÉRCIO - COBERTURA NO MERCADO



Ao contrário de muitas actividades em Minde, o mercado semanal realizado aos Sábados, continua muito dinâmico e, até próspero. Já se impôs como um dos mercados mais frequentados da região, atraindo muito comerciantes e clientes de outras localidades.

Há que potenciar o que melhor temos, e o NOVO RUMO quer dotar este mercado semanal de melhores condições e serviços.
Propomos o estudo e construção de uma cobertura ligeira e de pé-direito elevado, na área atrás do mercado onde os feirantes expõem os seus produtos.

Especialmente no Inverno, esta cobertura será de enorme comodidade para todos os utilizadores e frequentadores do mercado, originando ainda um recinto que poderá vir a ter várias utilidades noutras datas do ano, como a realização de festas ou eventos.



Uma nova pintura no mercado e a muito solicitada cobertura das esplanadas por parte de alguns comerciantes locais, serão outros benefícios que projectamos introduzir no edíficio do mercado, sendo que as coberturas dessas esplanadas seriam de forma integrada com a cobertura do tal espaço para feirantes.

O planeamento de um terminal para autocarros nesta zona, será outra des medidas complementares.

URBANISMO E INFRAESTRUTURAS - CENTRO DO COVÃO DO COELHO

A praça central do Covão do Coelho, local onde se realizam as festas locais, dispõe de umas pequenas instalações sanitárias, que facilmente ficam entupidas e sem condições de utilização sempre que o fluxo de gente é um pouco maior.



O NOVO RUMO entende que esta situação não é nada confortável e prestigiante, principalmente em dias de festejos, pelo que nos propomos proceder a obras de remodelação das referidas instalações sanitárias.
Esta será uma obra que nos propomos levar a efeito com a colaboração de alguns populares do Covão do Coelho.

Outro dos equipamentos que consideramos extremamente necessário e urgente nesta povoação é um terminal Multibanco. Iremos desenvolver esforços junto das entidades bancárias para que a instalação desse terminal seja concretizável o mais breve possível.

30 setembro 2009

ZONA INDUSTRIAL DE MINDE



Uma aspiração frustada com mais de três décadas, uma promessa de dois mandatos, três anos de obras que ainda não deram em nada e milhares de euros gastos, é o resultado da falta de planeamento e incapacidade para contextualizar os investimentos que tem caracterizado últimamente a administração local.

Um projecto desactualíssimo que contempla 60 lotes com aprox. 1000 m2 para construir 60 pavilhões com 500 m2 cada (50% da área) sem qualquer estruturação e acessos fáceis, não é propriamente aquilo que Minde mais precisa. Nem existem clientes para tal.



Não será preciso fazer muita futurologia para ver no que vai dar este projecto de loteamento industrial, prometido como o futuro motor da economia de Minde. Após vários concursos, e mesmo depois de terem baixado o preço de 30€ /m2 para 15€ /m2, apenas existe um interessado.

O NOVO RUMO considera que se não for efectuada uma remodelação grande na filosofia de utilização e reorganização de espaços, esta área nunca terá qualquer espécie de êxito.
Para aproveitar os investimentos realizados e atrair investimentos privados para aquele local já infraestruturado, o NOVO RUMO preconiza que seja implantado um novo conceito de utilização. O próprio nome ZIM - Zona Industrial de Minde, deve ser abandonado, visto que aquilo nunca terá viabilidade como uma zona industrial.



Repensar outras utilizações que não se confinem só à indústria e similares, reorganizar lotes de diferentes dimensões, sectorizar zonas concretas por tipo de actividades, e encarar esta àrea como zona de expansão de Minde será a filosofia a aplicar.
Nunca como zona dos barracões de Minde, mas sim como uma àrea organizada que contemple zonas definidas para comércio grossista, serviços, equipamentos públicos, pequenas indústrias, etc. etc.

Baixar o preço por m2 e impor algumas restrições e normas arquitectónicas seria outra das medidas caso o NOVO RUMO tivesse poder de decissão. Ter em atenção o impacto visual e enquadramento paisagístico será outra grande preocupação na consolidação deste projecto.
Entendemos ainda que sem uma estrada a Sul de Minde (Casais Robustos) que faça a ligação directa a esta àrea, o êxito e dinamização será sempre muito relativo.

Ideal seria um projecto onde se conseguisse um pequeno instituto (ou algo similar) na àrea da tecnologia, e que mais tarde pudesse vir a ser a âncora de algumas pequenas empresas de profissionais formados nesse centro. É assim que se iniciam novos rumos.

Deligenciar esforços para fazer nascer novas actividades profissionais e industriais na Freguesia de Minde é o que promete a equipa do NOVO RUMO.

08 setembro 2009

POLO LOGÍSTICO E INDUSTRIAL A NORTE DO CONCELHO

Implantado no centro do país, com fáceis vias de acessibilidade, o Concelho de Alcanena, apesar da crescente crise e "atropelo governativo" de que tem sido vítima nos últimos anos, sempre se impôs pela forte tradição industrial e empreendorismo das suas gentes. Ainda há vinte anos atrás, era o primeiro do Distrito de Santarém, em rendimento “per capita”, e o vigésimo a nível nacional.



A falta de visão estratégica e planificadora do futuro, originou a que a CM Alcanena começasse a executar um loteamento industrial vocacionado para a indústria têxtil, quase no centro de Minde, com fracas acessibilidades e sem hipóteses de acolher qualquer outro tipo de indústria de média ou grandes dimemsões.
Sucede que este loteamento veio fora de tempo, a indústria têxtil em Minde (e do país) já não tem o desenvolvimento de outrora, pelo que o NOVO RUMO considera que a actual ZIM (Zona Industrial de Minde), que se encontra completamente desocupada, deverá ser rentabilizada, reordenada e convertida numa área polivalente de serviços e pequenas indústrias.

Mas dever-se-á acautelar e projectar o futuro de modo a que a Freguesia de Minde não estagne no tempo por falta de uma estratégia de planeamento. E isso passa por olhar para a progressista indústria de transportes do Covão do Coelho e estar preparados para outros investimentos.



Tendo em atenção que a Sul do Concelho, junto ao nó da A1 com a A23 se está a projectar um Parque Industrial em parceria com a CM Torres Novas, igual procedimento se deveria fazer a Norte do Concelho (Freguesia de Minde) em parceria com a CM Ourém, que, num passado recente, já demonstrou vontade para tal.

Neste contexto, o NOVO RUMO irá debater-se para que numa próxima revisão do Plano Director Municipal fique previsto um Pólo Logístico e Industrial na zona do Vale Alto, com características distintas do Parque a Sul, de modo a servir de plataforma logística de desenvolvimento da indústria de transportes e outras que exijam fáceis acessibilidades, boa exposição e grandes dimensões de áreas.



Tendo em atenção que na zona já começa a proliferar uma grande implantação industrial, e que no futuro se projecta naquela zona uma provável saída da auto-estrada A1, o NOVO RUMO considera aquele o local indicado para se começar a projectar e salvaguardar o futuro.
Não consideramos que a construção deste pólo seja uma medida de carácter urgente e prioritária, mas entendemos que é de extrema importância que se iniciem estudos e projectos, e que o mesmo seja considerado e integrado na próxima revisão do PDM.

Só com projectos abranjentes das várias valências poderemos estar preparados para encarar o futuro, e esta vai ser uma procupação do
NOVO RUMO.

28 julho 2009

PARQUE EÓLICO CHÃO FALCÃO 3

Luís Azevedo, informou em assembleia municipal que a autarquia está a lucrar 200 mil euros por ano (2,5% do valor facturado anualmente pela empresa) com o parque eólico “Chão Falcão 3” que está a ser implementado desde Julho de 2008 no lugar de Vale Alto, na freguesia de Minde.



E a Freguesia de Minde, onde é gerada a riqueza e tem que tolerar o impacto da actividade na paisagem e estradas, quanto é que recebe? Nada.
A Junta de Freguesia manteve-se silenciosamente cúmplice e como prenda, a título de mecenato, recebeu um tractor e pouco mais. É isto que compensa o impacto de termos, para toda uma vida, as torres instaladas nos nossos terrenos?
À semelhança com o que se passa noutras zonas do país, não seria justo e lógico que uma precentagem desse valor fosse aplicado na Freguesia de Minde?

O NOVO RUMO entende que sim, e que a Freguesia de Minde terá direito a uma percentagem das receitas que a CM de Alcanena recebe, como compensação de ter o Parque Eólico instalado numa àrea de sua pertença e administração territorial.

O orçamento e fontes de receita da JFM são limitados, e esta justa compensação será uma interessante verba adicional para aplicar em melhoramentos e embelezamento das povoações.

O NOVO RUMO tudo fará para pressionar a CMA a reposicionar a justiça da situação, pretendendo estabelecer com o futuro executiva da CMA um protocolo que compreenda uma compensação precentual sobre o valor das receitas recebidas pela município.



MOINHOS DE VENTO DO COVÃO DO COELHO
Também aqui não foram seguidos os bons exemplos. Em muitas zonas do país foram as empresas eólicas que por contrato se responsabilizaram por restaurar os moinhos antigos das regiões. Tem toda a lógica esta associação, e nos milhões que custam as torres, este custos quase não tinham significado. Na Freguesia de Minde foi mais um pormenor que passou ao lado, e que poderia fazer com que os três moinhos do Covão do Coelho estivessem agora recuperados.

A zona onde de situam estes moinhos é de fácil acesso, e oferece uma paisagem espectacular com vistas e horizontes muito vastos. Os Moinhos de Vento são um património histórico e constará dos projectos do NOVO RUMO tentar obter financiamentos para restaurar os Moinhos de Vento e edificar na zona uma àrea de lazer e visita. Um ponto de passagem obrigatório para todos os que desejam conhecer a Freguesia.